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XEETÁ


Um segredo a qualquer momento será revelado de forma súbita e contundente. O isolamento social prolongado e a pressão política que empareda o protagonista desta história tem lhe causado ansiedades e angústias que põe em xeque suas convicções pessoais em meio a um mundo frágil, virtual e obscuro. A qualquer momento seu silêncio poderá ser quebrado por uma revelação bombástica.

Inspirado em personagens e situações históricas reais, Xeetá traz à tona o dilema da negação e invisibilização dos povos indígenas do Brasil por parte de uma considerável parcela da sociedade brasileira em relação às civilizações ancestrais do país.

O nome Xeetá vem de uma das diversas culturas milenares que deixaram de existir em decorrência da invasão e do modus operandi de uma mentalidade usurpadora, escravagista, gananciosa e inconsequente. O enredo se utiliza como pano de fundo do fenômeno da pandemia e da máscara como um arquétipo para refletir sobre a encruzilhada civilizatória em que a humanidade como um todo se encontra.

Esta história trata da estreia de Kaká Werá no gênero conto, foi escrito em 2019 para participar de um concurso internacional promovido pela Livraria Lello, de Portugal, e ficou entre os dez finalistas.Em sua trajetória como escritor transita por diversas modalidades literárias: teatro, roteiro para TV e cinema, ensaios, crônicas e artigos especializados na temática dos saberes milenares dos povos originários. Mas é na literatura infanto-juvenil que tem seu maior reconhecimento como autor premiado. Entre suas obras as mais conhecidas são: A Terra dos Mil Povo (editora Peirópolis), As Fabulosas Fábulas de Iauaretê (editora Peirópolis) e o recente Menino Trovão (editora Moderna), que detém o prêmio Cátedra da Unesco de 2022.


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